Hoje eu vou começar uma nova fase no Blog do Bidu, a dos depoimentos de quem com o eu já adotou e vive uma história de amor entre o bicho adotado e seus tutores.
A história que escolhi para abri está fase é da minha família materna, começo hoje os relatos destas experiências..poderia contar a história dos meus animais de cada um deles, mas escolhi começar com a história de alguém que eu amo muito, que é linda por dentro e por fora a minha prima Poliana Lyra.
Vamos conhecer a história dela com o Milo?
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Quando meu namorado saiu da casa dos pais dele para morarmos juntos ele teve que deixar os pets dele para tras, ficando muito chateado com isso. São 2 cachorros, um pastor canadense e uma mestiça de grande porte e uma gata de 13 anos. Nosso apartamento é muito pequeno para o porte dos cachorros e a gata é meio selvagem, ela não se adaptaria a um lugar pequeno e fechado, já que na casa dos pais dele ela tem bastante espaço.
Como ele sentia muita falta dos bixinhos, resolvemos adotar um gatinho, pois são mais faceis de se criar em apartamentos.
A principio fiquei bem receosa com o trabalho que eu ia ter, mas resolvi arriscar.
Comentei com uma amiga de trabalho e ela me disse que uma vizinha do nosso trabalho que é veterinária, havia achados alguns gatinhos que foram literalmente "jogados na rua" por uma outra vizinha. Alguma gata deu cria no quintal da bruxa e como ela não gosta de bixanos jogou os bixinhos indefesos na rua, molhados, com fome e com sede. Nem ao menos esperou eles desmamarem.
A Anja veterinária tem vários cachorros e gatos na casa dela. Um dos cachorros "adotou" os gatinhos, dando calor para eles. Ela alimentou eles com leite e complementos para não morrerem. Infelizmente dos 5 filhotes, só 3 machinhos sobreviveram. Com aproximadamente 50 dias ela vermifugou os gatinhos e os colocou para adoção prometendo a castração deles. Eu fiquei com um deles, o meu bebê Milo.
Apesar de todo o cuidado, ele estava bem, mais ainda bem desnutrido, pois não havia se alimentado de leite materno. Os bigodinhos quebradiços, pelo opaco, olhos remelentos e um machucadinho atras da orelha que não sarava nunca. Nem miar ele conseguia.
foto 1

Depois que ele chegou aqui em casa ele trouxe uma alegria enorme para gente e principalmente para mim. Como meu namorado trabalha a noite eu me sentia muito sozinha. Chegava em casa depois do trabalho e ficava até 22hs sem ter ninguém para conversar. Eu converso com ele como se fosse gente de verdade, e parece que ele me entende.
Está sendo um estágio para quando eu tiver um filho, hehehehe. Ele não me deixa dormir a noite (passa o dia inteiro dormindo e a noite tá com a corda toda). Quando eu chego em casa ele quer atenção antes de tudo. Vai logo pedindo colo. Posso nem tirar o sapato ou comer alguma coisa. Quando meu despertador toca para acordar ele ja vai pro meu lado e fica olhando para minha cara, até eu abrir o olho. Quando abro fica miando querendo leite. Vou ao banheiro ele fica na porta esperando eu sair para ir lá colocar o bendito leitinho para ele.
Ele também não me deixa ficar no computador. Ele senta na frente da tela e olha pra minha cara, como se quisesse toda a minha atenção só para ele, hehehe.
Não sei se todos os filhotes de gato fazem isso, mas ele adora chupar nosso dedo. Não sei se é porque ele não teve mãe, mas ele tem essa mania desde quando chegou aqui. É muito gostoso, faz até barulhinho.
Foto 2
Tem também uma colcha felpuda que agora é dele. Ele fica nela como se estivesse mamando na mãe.
foto 3
Eu não me importo se ele faz bagunça, desfia algumas roupas, arranha o sofá velho, me arranha e me morde, e não nos deixa dormir. É gratificante e recompensador quando ele me dá lambidinhas e mordidinhas no rosto roronando. É como se ele estivesse falando: "Mamãe amo você". Eu sinto como se fosse. É muito lindo e fofo.
Hoje ele está com aproximadamente 5 meses. Esta lindo, bem nutrido, mimado, já faz parte da familia. Estamos pensando em adotar um irmãozinho para ele, porém, como só moramos nós dois, ficamos com medo de quando formos viajar, não ter com quem ficar. Ele também é bem ciumento. Não aceita muito bem outros animais.
Recomendo a todos a adoção de um gatinho, pois eles são dóceis, brincalhões, limpinhos, carinhosos e super companheiros.
Abraços,
Poly
PS: ela castrou o pobre Milo há algumas semanas ;)

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